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Porque eu coleciono Momentos.

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Sempre achei legal colecionadores. Pessoas que colecionam qualquer coisa que seja, desde bolinhas de gude a selos, carros ou discos de vinil. Minha mãe era uma colecionadora de selos. Ela herdou do meu avô a coleção dele dos anos 60 ou 70 não lembro, e deu continuidade a coleção. Um dia uma chuva muito forte causou uma infiltração no quarto dela quando ela ainda era adolescente e destruiu a coleção de selos. Depois disso ela ficou tão chateada que desistiu da coleção. Chegou até a tentar recuperar o livro destruído pela água e salvar alguns dos selos, mas não era a mesma coisa e acabou perdendo a vontade de tê-los.  Eu sempre quis colecionar alguma coisa. Acho até que quando era criança comecei algumas coleções de coisas que nem me lembro mais, mas nenhuma sobreviveu. Acabei deixando todas de lado em algum momento. Tenho alguns cartões postais dos lugares que visitei na Inglaterra na minha primeira viagem internacional, mas não acho que conta como coleção. Do mesmo modo como ...

Talvez encontre um paralelo, um meio termo.

Estava aqui colocando em dia a leitura dos blogs dos meus queridos amigos e até relendo alguns textos que me chamaram mais a atenção. Como foi o caso de um post que minha amiga Camila Vieira fez em Março desse ano no blog dela, o  Balbuciar  em que ela diz o seguinte:  Por mais terapêutico que seja escrever aqui, isso exige uma entrega à qual não me permito mais. Argumento recorrente na página é que uma vez escrito, tudo se torna definitivo. Deixam de ser as minhas idéias e divagações e passam a estar abertas às interpretações alheias, e não há nada que eu possa fazer a respeito. Então, se é algo que não estou pronta para lidar com o que vão pensar ou entender, não vale a pena publicar. Camila Vieira  Sou obrigada a concordar. E talvez essa seja a razão de estar meio que sem pauta por aqui enquanto o meu caderno de rabiscos esteja tão cheio de anotações. Acho que se expressar, dependendo do tema, implica em coragem e paciência.  Não é que...

Ai, o povo brasileiro!

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Dentre as muitas coisas que estou vivenciando nesse meu intercâmbio aqui na Alemanha tem uma coisa que me fez e faz pensar todas as vezes em que me reúno com os brasileiros que já fiz amizade por aqui: o quanto o povo brasileiro é maravilhoso.  A cultura e o calor humano que o brasileiro tem, é uma coisa que você pode até procurar, mas não vai encontrar em nenhum outro lugar no mundo. Posso até dizer que na América do Sul em geral, as pessoas são bem calorosas e receptivas, mas como no Brasil não há. E o que me fez escrever esse post foi basicamente o fato de ontem eu ter reunido com alguns amigos brasileiros no terraço do meu prédio pra fazer um dos muitos churrascos que a gente faz nos finais de semana, só pra poder falar português e matar a saudade do Brasil e entre nós havia uma alemã que acabou de mudar pro meu prédio, ela estava sozinha lendo na sacada quando estava organizando as coisas pro churrasco, ela me ouviu falando português com um amigo, perguntou que língua era ...

Chuva, amigos, Europa...tô de volta.

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Finalmente criei coragem pra escrever um post desde que cheguei na Alemanha. Não me perguntem por que não escrevi antes, porque eu não sei. Acho que um pouco de tudo, falta de inspiração, tempo e nem sei mais o que. Apenas não escrevi. Acho que a chuva é uma das coisas que mais me inspiram a escrever. E hoje o dia está especialmente chuvoso. Estou aqui sentada em frente ao computador no meu quarto em Stuttgart com os pingos de chuva fazendo um marcante e adorável som ao irem de encontro ao vidro da minha janela. Já estou aqui a quase 2 meses e muita coisa já aconteceu desde então, acredito que já amadureci bastante. O choque de realidade é imenso quando você se depara sozinho em outro país. Apesar da cultura aqui ser completamente diferente do Brasil, eu preciso dizer que essa conversa de que o povo alemão é frio é pura balela.  O prédio onde eu moro tem mais estudantes alemães do que internacionais, especialmente no meu andar, meus vizinhos são praticamente todos alemãe...

Toda ação gera uma reação.

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Boa ou ruim, sempre gera.  Eu sinceramente estou chegando no meu limite, tive um ataque de ansiedade essa semana, o que se caracteriza por falta de ar, tontura e quando isso passa, eu comendo doces sem parar. Comi uns vinte brigadeiros dos que minha cunhada me deu ( para comer gradualmente) e fiquei com uma puta dor de barriga. Isso obviamente não resolveu nenhum dos meus problemas, mas me fez sentir melhor, ao menos na hora em que estava me entupindo de doce, porque já não me senti tão bem quando estava com dor de barriga.  Reações boas e ruins, como eu disse.  Também tenho dormido tarde, tipo, muito tarde. E assistido as séries que gosto e fazia tempo que não conseguia assistir porque andava muito ocupada. Dormindo quando o sol está nascendo e acordando na hora do almoço, pra mal comer e dormir de novo. Ando sem ânimo pra muita coisa mesmo. As vezes me dá uma vontade de fazer alguma coisa, um puxão na consciência me faz levantar da cama, ou do sofá e tom...

Sendo aleatoriamente aleatória.

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Sabe quando a gente coloca uma máquina pra funcionar em capacidade máxima e ela vai esquentando até que ela chega no limite, trava e  para de funcionar? As vezes até sai uma fumacinha. Pois é. A nossa cabeça não funcionar de maneira muito diferente. O cérebro é uma máquina fantástica que trabalha com mil e uma funções e comanda tanta coisa que as vezes penso em como isso é possível. Mas em toda a sua perfeição e magnitude, a gente as vezes sobrecarrega ele e faz com que o coitado chegue no limite e peça arrego.  Stress é a palavra do momento. Seja por razões pessoais ou profissionais a galera anda meio estressada ultimamente, né? Tudo é motivo pra briga ou pra doença.  Sinceramente, isso é nosso amigo cérebro pedindo socorro e a gente precisa dar arrego pra ele e sossegar o faixo, baixar a bola. Conhecer nossos limites é sempre um bom começo mas nem sempre a gente consegue perceber isso. Ter uma válvula de escape também é uma boa.  Na correria do dia a di...

E né que 2013 chegou?

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Contrariando as teorias apocalípticas sobre o fim do mundo, 2013 chegou com toda a força, pelo menos pra mim. Esse ano vai ser porreta e de agora em diante nada de descanso, sombra e água fresca, vai ser muito estudo e correria se eu quiser alcançar todos os objetivos que tracei.  Como despedida das minhas pseudoférias (pequeno recesso da faculdade), o primeiro dia do ano comecei só saindo da cama as 15:30h, mesmo tendo acordado as 11:30h, por pura preguiça de levantar. O ano que acabou deixou marcas muito importantes na minha vida, perdas, ganhos, aprendizados, encontros... tudo que tinha direito como todo ano deve ser. Agora é encarar o novo, de cara limpa, com coragem e força de vontade pra tudo que está por vir. Planos para colocar em prática é o que não falta! Sinto que esse ano vai ser de muitas realizações e de grande crescimento pessoal e profissional ( e meu horóscopo tá me falando isso também, hahaha) e espero que assim seja. V...