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Mostrando postagens com o rótulo nostalgia

Páscoa me lembra...

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Um aniversário em especial. Lembro-me de como foi divertido, da cara de coelho que pintaram em mim e das orelhas de cartolina. Foi na escolinha que eu estudava, meus amigos todos estavam usando orelhas de cartolina, tinha muito doce, tinha um bolo lindo, tinha balão, tinha minha família.  Foi tudo muito lindo, estava usando um vestido branco, sapatos brancos, meia calça branca...  Lembro de comer muito brigadeiro, de risadas e cheiro de alegria.  Era tanto ovo de páscoa que ganhei de presente, que nem sabia o que fazer com eles.  Foi tudo muito bom.  E toda páscoa é assim, eu me lembro dessa festinha em especial.  O interessante, é que não lembro quantos anos eu estava fazendo. 

Os livros e seus inexplicáveis encantos.

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- Está pronta? Liesel inclinou um pouco o pescoço, como se pudesse enchergar por cima da porta em seu caminho. Claramente, foi a dica para que ela se abrisse. - Jesus, Maria... Ela o disse em voz alta, com as palavras distribuidas por uma sala repleta de ar frio e livros. Livros por toda a parte! Cada parede era provida de estantes apinhadas, mas imaculadas. Mal se conseguia ver a tinta. Havia toda a sorte de estilos e letras diferentes nas lombadas dos livros, pretos, vermelhos, cinzentos, de toda a cor. Era uma das coisas mais lindas que Liesel Meminger já tinha visto. Deslumbrada, ela sorriu. A existência de uma sala daquelas! (...) - Posso? A palavra ecoou entre acres e acres de terra deserta, com um piso de madeira. Os livros estavam a quilômetros de distância. A mulher fez que sim com a cabeça. Sim, pode. A sala foi encolhendo sem parar, até que a menina que roubava livros pôde tocar nas estantes, a poucos passinhos de distância. Correu o dorso da mão pela primeir...

Do carnaval...

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Como o sangue nordestino corre nas minhas veias, é impossível não ficar triste com o fato de passar o carnaval em casa.  Dentre as coisas que fiz e que vou fazer nesse feriadão estão: comer, dormir, ficar no pc, dormir mais um pouco, comer mais um pouco, ficar no pc novamente, estudar, ler, organizar  minha casa/vida e começar tudo de novo.  Saudade da época que ia pra folia com meus pais e irmãos. Quando dançava até não aguentar ficar de pé, quando carnaval não era sinônimo de violência e orgia, apenas.  Imagem de  UOL Carnaval 2012

Agridoce

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Minha relação com a Pitty vem desde 2004. Sempre curti o trabalho dela, as músicas sempre me chamaram atenção, a voz e o jeito irreverente dela e todo o conjunto da banda. Lembro-me de escutar Pitty no celular, com os fones de ouvido escondidos em baixo do cabelo pro professor não me pegar. E olha que sempre fui nerd... Posso dizer até a música que mais me marcou, foi "Na sua estante". Eu simplesmente amava essa música, até hoje eu adoro, pra ser sincera. Lembro do clipe do boneco de lata correndo... Não sei quando, como e nem porque eu me afastei da Pitty. De repente eu não ouvia mais suas músicas, não tinha mais a pasta com as minhas favoritas dela...   Eis que meu amigo Saymon, começou um projeto no Blog dele  Idle Days chamado Agridoce, nome do projeto independente da cantora Pitty em parceria com Martin Mendezz,  no qual ele se inspirou para escrever esse em seu blog. Fiquei encantada com tudo, com o projeto dele e com o trabalho da Pitty em si. Agrido...

Nostalgia em uma música.

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Quando vi o trailler do filme "O Homem do Futuro" fiquei louca pra assistir. Fui ao cinema e o filme superou minhas expectativas, que acreditem, eram muitas. Se você ainda não viu, assista! Vale a pena.  A trilha sonora do filme levou meu coração, a música tema é do Legião Urbana "Tempo Perdido". Que é foda e não me canso de escutar. Mas não é sobre ela que vim falar.  No meio do filme me deparo com uma música que me deixou estasiada.  Isso mesmo, estasiada. Acho que não tem palavra melhor pra descrever.  Quem me conhece sabe que sou péssima pra gravar nomes. Sejam eles de pessoas, lugares, livros ou filmes. Não lembrar nem quer dizer que não gosto ou que não dou importâcia, é simplesmente porque sou lerda e não lembro mesmo. Minha memória é um lixo e prefiro guardá-la para o essencial. A tal música começou a tocar e foi como se eu tivesse sido imediatamente levada de volta a minha adolescência, sério. Me perguntaram qual era a banda e o nome da tal músic...

O dom de escrever, falar o que se sente. O dom de sentir.

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Aqui é meu espaço. Aqui falo o que quero e quando eu quero, só isso.   Não sou escritora e nem tenho essa pretensão.  Já brinquei de ser poeta, atriz, cantora... E é isso que faço aqui, brinco de ser escritora.  Brincadeira séria essa.  Escrever é um dom de poucos. O dom da palavra seja ela escrita ou dita é maravilhoso, e aprecio os que o detém. Admiro, muito.  Não digo que tenho esse dom. Talvez um pouco, quem sabe?  Nunca tive dificuldades de me expressar, falar o que sentia, demonstrar... Já tive tantas conversas por olhar, tantas palavras trocadas no silêncio de sílabas nunca pronunciadas.  Quantos abraços já dei e recebi que valeram por mil cartões e ditos de consolo? Vários. Tantos gestos de carinho perdidos em meio ao simples fato de não saber o que dizer. Apenas o coração guiando os movimentos. Lembro-me de quando me apaixonei pela primeira vez. Sempre fui um poço de romantismo, e que garota não é? Ao menos na adolescência... Escrevi tant...

Livro gay???

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Dentre as aquisições que fiz na FLIT (Feira Literária Internacional do Tocantins) um livro que custou apenas sete reais me surpreendeu. É um livro fininho com pouco mais de cem páginas e que eu adorei.  Mas antes de falar sobre o livro, que eu acabei de ler ontem, vou falar sobre quando fui comprar ele. Vale a pena compartilhar... Eu estava com  uma amiga passeando pela FLIT e vimos uma das bancas em promoção. A banca era grande e tinha de tudo. Os tais livros em promoção eram de assuntos variados e autores não muito conhecidos. Adoro "cavuncar" nesses lugares, sempre acabo achando alguma coisa muito legal. E dessa vez não foi diferente.  Me aproximei do amontoado de livros e percebi que havia um casal de pais e um adolescente de uns quinze anos em meio a uma pequena discussão. A senhora era baixa, tinha os cabelos extremamente longos formando uma trança enorme, o homem era grisalho mas ainda sim com aparência jovial. Pelas roupas (e maneira de falar) de ambos, deu pra p...

Antes de dormir tinha que dizer...

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I could be like this with you, forever. 

Understanding that life is hard

Fico pensando naquela inocência da infância que não volta mais. Lembro de como eu era o que costumamos chamar de "bobinha". Nunca me envergonhei disso, pelo contrário, tenho orgulho de ter sido a bobinha. Aprendi muito com cada passada de perna que levei e com cada aborrecimento que sofri. As decepções. Ai, essa machucam. E como doem. Elas marcam pra toda a vida e te fazem ser forte como um touro. Minha mãe me ensinou o máximo que ela pode, me protegeu, me guiou... mas sempre me deixou viver minha vida, quebrar a cara e aprender de maneiras até duras demais. Eu era cabeça dura. Eu sou na verdade, eu confesso. Não tenho mais aquela inocência de criança, e as vezes me entristeço por isso. Mas no fundo eu sei que é necessário. São os passas que a vida dá. Não dá pra ser criança pra sempre, não é mesmo? Chega uma hora que não dá mais. Chega um momento que você aprende de uma forma ou de outra como a vida funciona, como as coisas são. Você descobre que não nasceu de um pé de couve...

Desenhos que marcaram minha infância

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Eu estava gatinha tuitando quando vi o avatar do @allanleao e o da @nathaliapxavier e lembrei do desenho Doug Funny, que eu amava! Comecei a me lembrar dos desenhos que tanto gostava na infância. Logo, veio inspiração pra fazer o post. Busquei imagens dos desenhos e fiz esse quadro, bateu muita saudade, mas foi bem legal reviver a infância. É claro que tem outros desenhos que eu via. No entanto, inclui só os mais antigos, que marcaram dos meus 5 anos aos 12 mais ou menos. Pra quem não reconheceu alguns dos desenhos, aqui vai o nome de cada um na ordem: 1. Doug Funny 2. Cavalo de Fogo 3. Ursinhos Carinhosos 4. Pequeno urso 5. Aladim 6. Dragon Ball Z 7. Rupert 8- Caezinhos do Canil 9. Digimon 10. Pequena Sereia 11. Sakura 12. Pokemon Esses são os que eu mais via. Mas obviamente eu via outros que eu não me recordo agora. Como vocês devem ter percebido eu ia dos desenhos mais intelectuais, aos de menininha e de ação! rsrs Fui uma criança feliz! hehe E se você nunca viu ao menos dois dos de...

Nostalgia...

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Você se acha jovem e tem uma vida toda pela frente. Mas ao mesmo tempo, se parar pra pensar no tempo que passou e não volta mais, os anos pesam e aquela saudade/vontade de reviver alguns momentos é inevitável. Tudo muda todos os dias, e por mais que se queira as coisas não podem e nunca serão como antes. Essa é a vida e querendo ou não acabamos aprendendo a lidar com ela. Inspired by twittes da @heymialle fotos antigas.