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Dona Cida, minha mãe.

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Não podia deixar de falar sobre ela, afinal, hoje é o dia de comemorar a existência dela na minha vida e de lembrá-la o quanto ela é especial pra mim. Hoje não é o dia dela, não. O dia dela não existe porque não dá pra juntar todos os dias em uma data só. Todo dia é dia das mães, todo dia é dia de abraça-las e de demonstrar amor, carinho, respeito...  Respeito. Como está faltando respeito para com as mães hoje em dia... logo para com elas que são seres tão especiais. Mães são especiais duas vezes, primeiro, porque são mulheres e tem essa capacidade de gerar uma vida dentro de si, segundo, porque optaram por fazer isso, num mundo egoísta em que muitas mulheres não querem engordar, sentir a dor do parto, amamentar.  Quando penso que minha mãe, Maria Aparecida Paixão de Gois, fez essa escolha, não posso deixar de me emocionar. Ela não só me gerou e me colocou nesse mundo, ela me alimentou, orientou, me educou e me fez ser o que sou hoje. Minha mãe é uma guerreira c...

Finalmente a espera acabou, Titanic em 3D!

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Ontem o naufrágio do Titanic completou 100 anos.  Não é novidade pra ninguém que o filme está em cartaz, e como sou uma big fan, ontem fui assistir esse filme que marcou minha adolescência.  Ver Titanic na big screen e em 3D, foi algo maravilhoso, emocionante e surpreendente. Achei o trabalho muito bem feito, e o efeito 3D superou minhas expectativas. Antes de assistir ao filme, assisti uma entrevista com o diretor onde ele explicava quais cenas teriam o efeito 3D e o porquê. Achei fascinante. Ele também explicou o trabalho e o quanto demorou pra que tudo ficasse como podemos ver agora nas telonas.  Quando soube que a estréia seria no mês do meu aniversário, fiquei tão feliz que só pude pensar que foi o melhor presente que poderia receber.  Sou apaixonada pelo filme desde a primeira vez em que assisti, em fita cassete, na época. Sou uma romântica incurável, e o romance entre Jack e Rose, tem todo o drama, a beleza e os clichês que os româ...

Feriado entre família e amigos! Pra que melhor?

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Feriado foi mais que demais. (que expressão foi essa? voltei pros anos 60? ok, ignorem) Primeiro que tudo deu certo  e o meu amigo Saymon veio mesmo me visitar! Segundo, que meu sogro veio também passar o feriado aqui!  Deu pra conciliar e matei a saudade de ambos, isso que, com relação a esse meu amigo Saymon, nós só mantemos contatos via celular e internet, imaginem como foi colocar o papo em dia pessoalmente!!! Pois é! Mas o assunto Saymon e a nossa amizade vai ficar pra outro post. Esse aqui quero falar do feriado no geral! Me diverti tanto com os meus amigos e família que posso dizer que foi uma das minhas melhores páscoas. Saí pra comer, fui na fazenda, joguei jogo de tabuleiro, fui ao cinema, assisti filme em casa, bati papo até altas horas na madrugada, ganhei e dei chocolate... pra que melhor??? Infelizmente o feriado acaba e a gente tem que voltar pra rotina... mas que foi MUITO BOM, foi! Muitas risadas... né Charles? kkk Finalmente depois...

Páscoa me lembra...

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Um aniversário em especial. Lembro-me de como foi divertido, da cara de coelho que pintaram em mim e das orelhas de cartolina. Foi na escolinha que eu estudava, meus amigos todos estavam usando orelhas de cartolina, tinha muito doce, tinha um bolo lindo, tinha balão, tinha minha família.  Foi tudo muito lindo, estava usando um vestido branco, sapatos brancos, meia calça branca...  Lembro de comer muito brigadeiro, de risadas e cheiro de alegria.  Era tanto ovo de páscoa que ganhei de presente, que nem sabia o que fazer com eles.  Foi tudo muito bom.  E toda páscoa é assim, eu me lembro dessa festinha em especial.  O interessante, é que não lembro quantos anos eu estava fazendo. 

Niver tá chegando, but

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Sou toda amores com data do meu aniversário, adoro comemorar, adoro bolo, reunir os amigos, cantar parabéns, ganhar presente e toda essa viadaje .  Mas pela primeira vez em toda a minha vida, não estou animada com a chegada do meu niver... costumo fazer contagem regressiva pra data assim que começa o mês de Abril... mas dessa vez não.  Dessa vez me sinto diferente, um pouco triste até.  Não estou dizendo que não vou comemorar, não vou querer reunir os amigos e etc... não é isso, o que estou tentando dizer, é que pela primeira vez, aquela empolgação característica da chegada do meu aniversário não habita meu coração.  Acho que até sei o motivo, mas não é algo que eu realmente vá falar.  É uma mistura de frustração e tristeza. O presente que eu realmente queria ganhar não é um bem material e infelizmente não é possível, então, só me resta ficar conformada, mas sinceramente?  É difícil.  Sinto que esse niver não será tão colorido...

E se?

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Quem procura acha, já diz a minha avó. E é verdade... O problema é quando não se sabe ao certo o que se está procurando, e pior ainda, quando encontramos algo de que nos arrependemos ou temos medo de encarar.  As pessoas podem ser tão frágeis, os sentimentos tão confusos... O ser humano é confuso.  Não existe nada mais amedrontador do que não saber o que se está sentindo. Porque mesmo que se esteja com raiva, muita raiva, e que haja o medo de perder o controle não há o medo do desconhecido, pois nesse caso sabe-se o que se sente e como proceder. Da mesma maneira acontece com o ciúmes, com o amor, com a tristeza e todos os outros tantos sentimentos e emoções.  Mas, e quando você sente que algo está faltando, mas não sabe exatamente o quê?  E quando você começa a se perguntar, será que eu sou realmente feliz? E quando existe a dúvida se você está sendo justo consigo mesmo ao fazer essa pergunta, ou se está apenas "reclamando de barriga cheia"?...

Os livros e seus inexplicáveis encantos.

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- Está pronta? Liesel inclinou um pouco o pescoço, como se pudesse enchergar por cima da porta em seu caminho. Claramente, foi a dica para que ela se abrisse. - Jesus, Maria... Ela o disse em voz alta, com as palavras distribuidas por uma sala repleta de ar frio e livros. Livros por toda a parte! Cada parede era provida de estantes apinhadas, mas imaculadas. Mal se conseguia ver a tinta. Havia toda a sorte de estilos e letras diferentes nas lombadas dos livros, pretos, vermelhos, cinzentos, de toda a cor. Era uma das coisas mais lindas que Liesel Meminger já tinha visto. Deslumbrada, ela sorriu. A existência de uma sala daquelas! (...) - Posso? A palavra ecoou entre acres e acres de terra deserta, com um piso de madeira. Os livros estavam a quilômetros de distância. A mulher fez que sim com a cabeça. Sim, pode. A sala foi encolhendo sem parar, até que a menina que roubava livros pôde tocar nas estantes, a poucos passinhos de distância. Correu o dorso da mão pela primeir...